
Sugestão 1 – “O Plano Infinito”
“O Plano Infinito” de Isabel Allende, explora a realidade sul-americana numa Califórnia na segunda metade do século XX, através de duas famílias: “a do pregador Reeves que percorre o Oeste num velho camião, anunciando um Plano Infinito que justifica a existência humana; e a dos Morales, imigrantes mexicanos que vivem num bairro hispânico marcado pela violência.”
Gregory Reeves é a personagem central da obra, cresceu num bairro pobre e onde a negligência reinava e, em adulto, acaba por sofrer ainda mais com um casamento falhado, a guerra do Vietname e a perda de pessoas à sua volta. Será que há um caminho traçado para cada um de nós ou o tal Plano Infinito ainda pode estar em aberto?
Sugestão 2 – “Hopper”
“Hopper” livro de autoria de Rolf G. Renner, aborda a obra de um dos mais relevantes pintores do século XX.
Edward Hopper (1882-1967) foi um pintor realista que explorava a vida urbana americana, pintou cafés, restaurantes, montras, cinemas, postos de gasolina e quartos de hotel. “As cenas são marcadas por justaposições de cor vívida e iluminação crua, teatral, assim como por figuras duramente contornadas.” – utilizava tons melancólicos, criando ambientes sujeitos a vários tipos de interpretações; primava pelo rigor geométrico e o equilíbrio perfeito dos vários elementos que encontramos nas suas telas.
Sugestão 3 – “O Rapaz que Vendia Flores”
“O Rapaz que Vendia Flores” é o primeiro romance da autora Karen Roberts.
“Lizzie Buckwater nasce numa noite de tempestade numa casa situada em Glencairn, numa das prósperas plantações de chá do Ceilão dos anos 30.”
Lá fora, encontra-se Chandi, um rapaz filho de criados, que promete a si mesmo que este novo bebé será o seu novo melhor amigo. Dá-lhe o nome de Rose-Lizzie, em homenagem às suas flores.
“À medida que a intimidade entre Chandi e Rose-Lizzie cresce, as famílias de ambos – ingleses e ceilonenses, patrões e criados – vão ficando ligadas. Mas sentimentos calados causam tensão em Glencairn e, com a aproximação da independência, todo o idílio caminha para a destruição.”


