Seminários Mercado de Inovação – O negócio dos pequenos no mundo dos grandes – 06/06/2018

O dia começou com a abertura de portas a uma turma do 10º ano do Ensino profissional do Curso de Desporto, para que os mais jovens pensem e discutam sobre o empreendedorismo. A fome, a guerra, a gestão do tempo e o combate às doenças degenerativas estiveram em discussão, num exercício de brainstorming coletivo, onde os jovens empreendedores pensaram soluções para os problemas referidos.

As micro, pequenas e médias empresas (PME) representam mais de 99% do tecido empresarial português e são responsáveis por pelo menos 60% do volume de negócios do setor empresarial nacional (INE). Neste 3º dia, o que está em cima da mesa é saber quais as ferramentas disponíveis para que os peixinhos dourados possam crescer no aquário dos tubarões.

A representante da iMatch falou de um projeto de grande sucesso desenvolvido pela equipa: o “Ignite”, que definiu como sendo apresentações de ideias ou negócios no tempo máximo de 5 minutos, em que a ideia é trabalhar nesse curto espaço de tempo pequenas ideias, partilhas, inspiração e networking, de modo a estimular o empreendedorismo.

Carla Montargil destacou a importância das bolsas de negócio para aprender a pensar e a desenvolver ideias de negócios, e referiu que “as incubadoras têm de trabalhar no mundo e para o mundo. O que oferecemos na Incubadora de São Domingos de Benfica é apoio para que os empreendedores desenvolvam bem os seus projetos. Nunca houve tantas ferramentas para apoiar quem quer abrir um negócio próprio”.

Mário Rui finalizou a palestra ressaltando a importância de valorizar os jovens para que tenham boas ideias, para que consigam implementá-las e possam continuar aqui na nossa freguesia. “Estamos aqui para os apoiar a desenvolver esses projetos”, afirmou.

Um dos pontos altos do seminário no terceiro dia da inauguração da incubadora, foi justamente a participação de um jovem em formação que destacou a importância de participar neste projeto para desenvolver o seu plano de negócios. O jovem empresário fez questão de sublinhar que muitas vezes “temos a ideia, o know-how, a força, mas falta-nos a gestão financeira. Aguçar e trabalhar os conhecimentos globais é relevante e uma boa experiência. Sei que na incubadora vou ter ferramentas úteis para colocar o meu negócio em prática”.

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