Seminário Mercado da Inovação – Inovação, Criatividade e Cultura: profissões do futuro – 08/06/2018

Decorreu no dia 8 de junho o seminário “Inovação, Criatividade e Cultura: profissões do futuro” na Incubadora Mercado de Inovação, promovido pela Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica.

Estiveram reunidos representantes da Escola Superior de Comunicação Social, do Infosistema, Teatro Figura, Kickup Sports, assim o jornalista Francisco Sena Santos. Com este workshop fechou-se uma semana de formação dedicada aos temas ligados à indústria criativa e ao empreendedorismo.

“Ser empreendedor e inovador não é algo que está restringido a um único sector. Por isso, iniciativas como esta são de grande importância para promover as trocas de experiências e multiplicar o conhecimento”, afirmou o Vogal Mário Rui Santos de Junta de Freguesia.

O jornalista Francisco Sena Santos, da Escola Superior de Comunicação do Instituto Politécnico de Lisboa, destacou que a criatividade está ligada ao empreendedorismo. “Cada ecossistema tem uma realidade em organização, em sustentabilidade. Os nossos projectos têm em geral o caráter formativo”.

“Vemos com muito bons olhos essa iniciativa da incubadora. Quando nos envolvemos no empreendedorismo, percebemos a necessidade de formação, pois as ideias são a fonte do empreendedorismo”, afirmou José Manuel Cavaleiro, também da Escola Superior de Comunicação.

Jorge Pereira, da Infosistema, falou da importância de se trabalhar em conjunto e que tal prática deve ser valorizada e incentivada. “Também é preciso saber esperar, ter paciência e resiliência. Estamos a desenvolver soluções que integram a ciência e a gestão financeira”.

“É preciso transformar a ideia num projecto. O mais importante é ter a visão de crescer. Temos em Portugal um ecossistema propício para isso. As entidades inovadoras estão sempre dispostas a testar”, destacou João Gonçalo Cunha, da Kick Up.

José Ramalho, do Teatro Figura, ressaltou a importância de empreender e se adaptar ao mercado. “Sou actor, mas trabalho em várias áreas do mundo do espectáculo. É crucial desenvolver a criatividade e inovar”.

As indústrias culturais têm uma dupla faceta, constituindo-se como recursos económicos e fontes de identidade e coesão social. Os produtos culturais não são apenas portadores de identidade, valores e significado, mas, também, são fatores de desenvolvimento económico e social.

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